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Orientações sobre o vírus H1N1

Mediante os novos casos e o quadro avançado de ocorrências do vírus H1N1, os governos se colocaram em estado de alerta, voltando a preparar uma série de recomendações, com base nas orientações do Ministério da Saúde, que o Colégio Metodista Izabela Hendrix compartilha com alunos, familiares, professores e funcionários:


Quais os sintomas da gripe H1N1?

Os sintomas da gripe comum e da gripe H1N1 são muito parecidos e se confundem: febre, tosse repentina, dor de cabeça, dor na garganta, dores musculares, dores nas articulações e coriza. A gripe H1N1 ainda traz mais chances de complicações, como pneumonia, sinusite, otite ou piora de condições pré-existentes, como doenças cardíaca ou pulmonar. Geralmente, os sintomas duram de três a sete dias, podendo a tosse e a dor no corpo persistirem por mais tempo.

Por isso, se você observar alguém com os sintomas listados acima, oriente-o para que procure um médico ou posto de saúde.


Como prevenir o contágio?

Como o vírus é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias daquelas já infectadas, alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como:

- lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão;

- o uso do álcool gel para higienizar as mãos também é recomendado;

- evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com qualquer superfície;

- não compartilhar objetos de uso pessoal, incluindo alimentos, copos e toalhas;

- cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.


Outras orientações são: evitar o uso de ar-condicionado, manter os ambientes arejados, com portas e janelas abertas, inclusive para reuniões. Pessoas com qualquer tipo de gripe devem evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas.


Quando procurar o médico, qual o tratamento e o que são os “grupos de risco”?

As pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar atendimento preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. Inicialmente, o tratamento é realizado com medicamentos que aliviem alguns sintomas, repouso e líquidos. Para os pacientes com sinais de agravamento e com condições de risco para complicações, é indicada a utilização de antivirais, porém, a medicação é feita com prescrição médica.

O Ministério da Saúde orienta que mulheres gestantes, idosos acima de 60 anos e crianças de 6 meses a 5 anos de idade precisam redobrar os cuidados, pois são os chamados grupos de risco.


Vacinação

Em todo o país, a campanha de vacinação contra o H1N1 começa no dia 30 de abril e vai até o dia 20 de maio. Mas é possível, desde já, tomar a vacina em clínicas particulares.

As vacinas da rede pública são trivalentes e protegem contra os vírus H1N1, H3N2 e o tipo B. Na rede privada, estão disponíveis, além das trivalentes, também as vacinas quadrivalentes, para um outro tipo de gripe B, que, segundo o  Ministério da Saúde, circula mais nos Estados Unidos.

É importante observar que quem tomou a vacina em 2015 precisa tomar novamente em 2016, pois a vacina tem validade de 1 ano. Além disso, os vírus foram modificados de acordo com a maior incidência dos mesmos. As duas vacinas (2015 e 2016) conferem proteção contra os vírus A (H1N1) e A (H3N2). Porém, a diferença está no influenza B. Portanto, é aconselhável tomar a vacina de 2016. Lembrando que deve haver um intervalo de 1 mês entre as duas vacinas, caso já tenha tomado a vacina de 2015 este ano.

Acreditamos que com estas pequenas mudanças em nossa rotina e com os cuidados, poderemos evitar e/ou reduzir o contágio no Colégio e em nossas casas.


Mais informações sobre o vírus H1N1 podem ser obtidas no Portal do Ministério da Saúde (http://portal.saude.gov.br/) ou pelo Disque-Saúde – 136.